NOTAS DE VIAGEM II
Big Apple
A chegada foi meio complicada, porque precisei ir comprar dólares no Banco do Brasil pra pagar o aluguel do apartamento. Aí que a gente andou o centro, Sarmiento y Florida, a peatonal cheia de gente, cada um com sua mala ENORME. A sensaçao de "cheguei a Buenos Aires" foi só depois, andando em Palermo, o bairro onde a gente está ficando. Estamos perto de mil coisas, MALBA, Recoleta, Museo Evita, Plaza Italia, enfim, de muitas das coisas que se vem a BA pra fazer. E o período aqui já está acabando. A cidade está falando português, aliás, tanto pela disposiçao dos bonairenses quanto pela quantidade de brasileiros pra lá e pra cá.
Buenos Aires tem que ser uma das cidades mais legais do mundo. E eu nem preciso - nem tenho muita vontade de - escrever muito sobre aqui porque todo mundo que lê esse blog já veio ou virá nas próximas férias - se nao for me visitar na Nicarágua no ano que vem. Aliás, há amigosa que só sabem de mim via blog que nao sabem que meu destino por dois anos a partir de março é Manágua. Ficam sabendo entao.
Cucurucucu Paloma
Um figurinha forçudao, de regata e havaianas, no Museo Nacional de Bellas Artes, passa perto dessa obra

e diz:
- Olha, é a Frida! A Frida nao era argentina? - Nao, ela é européia! - responde a namorada.
O figurinha se aproxima da etiqueta que diz:
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MANCINI, Antonio Canción alegre,
Italia |
Técnica/Material/s: Oleo Soporte: Tela 100 x 60 cm. Marco: 117 x 80 cm
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E sai satisfeito, dizendo: - Ah, é mesmo, ela é européia.
Garantiu alegria pro nosso grupo pelo resto do dia...
Escrito por Hugo Lorenzetti Neto às 11h35
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