Oh, yes, the end is near! (e nele comeremos nhoque)
O fim está próximo. Celebremos! Essa é a penúltima semana de Rio Branco com aulas normais. Daí vem o recesso de duas semanas pra escrever o projeto de mestrado em diplomacia (projeto ainda? não me perguntem), e depois ninguém sabe como vai ser, nem se vai ser. De qualquer modo, um urubu verde (porque é grande e poderoso, não servindo, portanto, pra passarinho) me contou que até o fim de dezembro estaremos euforiados. Faltam unos cuantos trabajos tontos e... FIM. Aguardo ansiosamente a próxima novela das oito (aqui é novela das oito, sempre, todas escritas pelo Gilberto Braga - ou, no mínimo, pelo Aguinaldo Silva - cheias de intriga, inveja, Odette Roithman e Sebastião Ayala).
Enquanto isso contamos com a visita ilustre da Srta. Tarifa, que ganhou no fim de semana cheio de emoções fortes, tipo ir ao supermercado no sábado e ganhar, no domingo, um nhoque feito desde a batata por mim. Nhoque que eu fiz, aliás, temperando com muito xingamento, e cobrindo, pelas próximas dez gerações, a cozinha de farinha de trigo. hoje pela manhã, aliás, eu ainda estava com pedaços de massa de nhoque no cabelo. Pelo menos tinha um nhoque no cabelo, e não o contrário, que é muito mais brochante. Quando as bolinhas saíram da água, elas estavam massudas e horríveis de um jeito, que eu pensei ter criado uma vanguarda gastronômica, a Cocina Orribile. Mas aí eu fui espertinho - não sem a ajuda do Carlos - e pus massa com molho pra gratinar. E deu meio certo, e os comensais gostaram do trabalho. Só que dificilmente um novo visitante vai ganhar de novo uma nhocada, porque - deus meu! - como dá trabalho!!! Assim que recomendo aos amigos que venham me ver logo, porque a cada visita um prato cairá em desgraça, sobrando só miojo praquele que chegar por último...
Escrito por Hugo Lorenzetti Neto às 13h58
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