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leiam meus lábios
Escuta, voces nao estao lendo até o fim do post Pentagemeo? Pentagemeo sao cinco, e o último é sobre as fotos. As fotos, alguminhas delas, estao disponíveis. E ninguém tá indo ao inativo, eu sei, fotoblog. Se alguém mais falar em cade as fotos, eu capo, certo?
E por falar em lábios, nós estamos agora na cidade de Boquete. E claro, tiramos fotos de placas, menos da fachada da Associacao de Aposentados de Boquete, a melhor delas...
Escrito por Hugo Lorenzetti Neto às 11h48
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POST PENTAGEMEO
eis:
Escrito por Hugo Lorenzetti Neto às 03h00
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I... Wanna rock and roll all night!
Estamos em San José de novo. mas antes de sair de León, eu tive um momento roquenrou-pacaraio e quebrei a pia do banheiro do quarto do hotel. Agora o Carlos quer o direito ao momento roquerou dele...
Escrito por Hugo Lorenzetti Neto às 02h59
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Putas sustos
Um foi em Manágua. A gente chega e um funcionário da King Quality, a empresa de onibus que levou a gente até lá, serve de taxista por um preco mais ou menos, só que mais pra mais. Aí ele leva a gente ao hotel e nada de vaga. E vem esse monte de gente em cima com cartao e dizendo ¨vem aqui atrás da moita que eu te dou hospedagem¨. O taxista, depois de enfiar a gente no carro diz que era tudo bandido. E o pior é que umas americanas esnobaram o nosso taxista e estavam indo a pé pro memso lugar. Que se foda, eram só americanas mesmo. O susto tem parte dois: o taxista leva a gente pra uma hospedagem tridoida, que nao tinha uma janela (mas um buraco no lugar dela), e que tinha umas pessoas com uma cara... Mas a gente dormiu, e acabou descobrindo, no dia seguinte, que as pessoas com uma cara eram umas fofas.
O outro foi em San José, no Museu de Arte Costarricense. Eu fui ao banheiro e o Carlos foi pro jardim das esculturas (venham a Brasília pra ver as fotos, o lugar é sensacional) me esperar. Aí eu saí e o Carlos veio me encontrar: Só que tinha umas pessoas com uma cadelinha maluca que correu atrás do Carlos, e tanto eu quanto os donos gritamos, e ao mesmo tempo ela deu uma mordidinha na batata da perna do Carlos, no estilo besta canino de brincar. O Carlos ficou amarelo, coitado. Ninguém se feriu nem morreu, felizmente.
Teve o terceiro agora há pouco. E antes um pouco de teoria: as pessoas adoram falar que tal lugar e a cidade e nao sei que é perigoso. Parece motivo de orgulho isso de ¨minha cidade é perigosa¨. As pessoas nem percebem que elas mesmas estao promovendo sua propria loucura. Agora a prática: a gente andando distraído na rua do hotel (uma coisa pra Bukowski morrer de inveja, tanto a rua como o hotel) e acabou encostando num bebado. Aí, sei lá por que a gente decidiu atravessar a rua, e o bebado veio correndo atrás da gente gritando ¨monei monei¨. Eu, cagao imbecil, corri, e o Carlos correu. Por 10 metros apenas. Afinal, era só um bebado.
Escrito por Hugo Lorenzetti Neto às 02h58
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Dorflex e a Biblioteca Centroamericana
Upzaidiriraguéin. Eu juro que eu só queria comprar um livrinho ou outro, mas aí eu fui ver eles todos juntos e eles eram quase 40...
Dei uma lidinha no meu novo autor favorito, o Salarrué, de El Salvador. Sao os Cuentos de Cipotes, uma coisa muito doida, porque ele escreve recriando a linguagem das criancas de rua de San Salvador. No Brasil eu ponho aqui um trechinho pra voces verem que legal. Lembra até o Guimaraes Rosa mais ou menos.
Dei também uma lidinha em alguns poemas do Rubén Darío, o poeta que goza na Nicarágua de um status que lá na Bobolandia goza essa filha de dono de hotel, uma que tem programa sem sentido na TV. Muuuuuiyo bom.
Comprei dois (e quase quis me matar deposi por nao ter comprado logo todos) do Sr. Premio Nobel da Literatura, o guatemalteco Miguel Asturias.
E tem a Gioconda Belli, nicaraguense. Vejam no google que tem poema (muuuuuuuito bom) dela na net.
E tem umas pessoas de quem eu nunca ouvi falar na vida, e elas pareciam tao tristinhas por isso nas fotos das orelhas que eu trouxe elas todas pra casa.
O problema é que livro na mochila nao é uma coisa legal. A minha Biblioteca Centroamericana devia ganhar o nome do inventor do Dorflex, meu atual herói.
Escrito por Hugo Lorenzetti Neto às 02h44
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Leonardo - Os diamantes nao sao para comer
Entao, cinema em San Salvador é uma pechincha. custou tipos uns 15 reais duas entradas INTEIRAS na terca e na quinta, e na quarta custou só uns 10 reais INTERIAS novamente. Melhor que essa pechincha só a que rolou em León, Nicarágua, onde uma sessao de sábado a noite custou para dois, INTEIRAS, uns 7,50 reais.
Assim sendo, eu estou até mais ou menos atualizado com filmes. E vi o com o Leo e os diamantes e o personagem negro serraleones estúpido e a repórter ridícula... Vi também um filme que só pode ser bom pra quem tem menos de 15 anos fisica ou apenas mentalmente, o pretensioso Babel. E vi o tal dos Infiltrados, que, bom, é Martin Scorcese, né, morre todo mundo no final, por isso acaba. E vi o mais engracadinho da série, o tal do Um bom ano. Filminho meio esnobe (mas tudo que leva vinho é esnobe e coisa de novo rico), mas com musiquinhas bacanas.
Sabe o que eu acho? Que aqui na América Central perdi a paciencia com os gringos irremediavelmente. Minha vida no cinema vai ser difícil.
Escrito por Hugo Lorenzetti Neto às 02h34
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Vao lá ver o fotoblog...
Eu já fui professor, e me lembro que era só dizer algo do tipo ¨estamos quase indo embora¨ que a galera ia ao delírio e nao era possível fazer mais nada. A notícia, pra quem chegou até o fim dos pequenos posts, é que tem fotos do Panamá no MuitoCOnceito: o olho (link ao lado). Nao tinha posto antes porque acho fotoblog uma coisa besta que dá trabalho e ainda por cima poe tudo fora de ordem e leva um tempao pra carregar. Infelizmente, antes de chegar em casa, nao vai dar pra fazer de novo porque tenho fotos só dos 3 primeiros dias de viagem num CD, o resto continua no chip porque ficava mais barato que fosse assim que passar pra CD. Daí que a burrice durou uns poucos minutos e custou só 150 córdobas (divida por 8,5 pra saber quanto é isso em reais). Mas nem sei porque estou explicando, se tá todo mundo já no fotoblog vendo...
Escrito por Hugo Lorenzetti Neto às 02h27
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N: Bia no está muerta. Ella vuelve. M: ¡No! ¿Ustedes lo juran? N: Sí, lo juramos. M: ¿Y con quien queda Julia? ¿Con Tony Ramos? N: Sí, con él, y van a vivir en Grecia. M: ¿Pero, y André? N: André es malo. Muere. M: ¿Verdad? N: Sí, ¡él deja Julia pobre! M: ¡No! ¡¿Julia queda pobre?! N: Sí, pero después vuelve a dirigir la Belisima. M: ¡Ah! ¿Y Victoria queda con ese guapo que tiene el taller? N: ¿Quién? (a palavra taller me confundiu um pouquinho, mas rápido à carga) ¡No! Ese queda con la grandota, con esa Claudia Raia. M: ¡Ah! ¿Pero con quien queda Victoria? N: No nos acordamos… ¡Pero ella es hija de Bia! M: ¡¡Ah, no!! ¡¿Verdad?! ¡No lo creo! N: ¡Sí! M: Esas novelas brasileñas… ¡Son sorprendentes!
Um pouco mais tarde soubemos da menina que vende camisetas que ¡esos mexicanos son unos copiones! E ficamos encantados de saber que “seu copiao” também é xingo na Nicaragua.
Mas voces que se lembram, pelo amor de Deus, ¿con quien queda Victoria?
Escrito por Hugo Lorenzetti Neto às 16h40
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