era tudo branco e vermelho
Nao morremos. O correio eletronico e demais que dependem de conexao é que andaram ariscos. Na Nicarágua, a hora era bem barata, mas levava uns 40 minutos pra abrir a página do UOL. Aqui é mais caro, e ontem o micro me interrompeu enquanto eu escrevia o post pré ida à primeira rína maia da minha vida.
E aí que nao tem mais suspense. É lindo. Eu mesmo ainda acho que nao fomos ainda, mas acabamos ficando na cama e dormindo até agora. De repente voce vai pela estrada. aí voce entra no mato e tem um centro de visitantes, e depois uma guarita onde olham seu tíquete, e aí voce anda um passo, dois, tres e aparece uma piramide. Uma piramide, depois outra, depois templos e esculturas e uma escadaria de hieroglifos GIGANTE, e grama entre eleas. E alguns gringos. poucos, felizmente. Como dois tours sairam ao mesmo tempo quase,a gente pode tenatr desviar deles o tempo todo, e só uma foto apareceu com eles por perto, ams foi de propósito. Gringos de roupa de explorador aventureiro com chapéu cata-ovo ridículo sao em certo sentido atracao turística. Os legal é que tem uma parte do sítio que nao está nos tours com guia em que a massa de pessoas nao vai. E melhor ainda é que tem um segundo sítio arqueológico, Las Sepulturas, que ficou só pra mim e pro Carlos e pro guia local, que cobrou um terco do que cobram os do Grupo Principal e falou basicamente as mesmas coisas. Além de nos ensinar que as piuramides nao eram de pedra nua, mas cobertas com estuque branco ou vermelho. casas eram brancas por fora e vermelhas por dentro, e alguns templos, como um que foi enterrado por outro, eram inteiro vermelhos com detalhes brancos e verdes. E as linhas das esculturas... que coisa. Olha, eu vou até parar de falar pra nao dizer o que voces podem encontrar no Google. O melhor momento foi quando eu e o Carlos encontramos um barranco sem nada e ele disse que parecia o sítio da tia dele, mas era só virar e havia uma piramide imensa, e no quanto isso era experiencia surreal. Venham voces.
Antes teve Tegucigalpa. É a capital centroamericana da buzina. Eles metem a mao pra qualquer coisa, é incrível! E lá teve a galeria que refrescou o Carlos da semana de intensas cidadezinhas sem nada pra fazer e de ruas escuras da Nicarágua. E me refrescou também, nao vou mentir. A gente viu a padroeira da América Central e uma cidade chamada Valle de Ángeles, onde se vende todo tipo de artesanato e onde há uma temperatura de Atibaia e comida boa e barata.
E antes teve a Nicarágua. Eu gostaria de falar sobre a Nicarágua num post só pra ela e de preferencia sem nenhuma piada. A Nicarágua é coisa séria.
Escrito por Hugo Lorenzetti Neto às 20h00
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