Álbum de Figurinhas
Possível diálogo na Era Pós-Funk:
- Ô vagabunda, eu vô botá você de quatro e enfiá meu pau no seu cú até arrebentá ele. Depois vô te cumê de frente mordeno suas teta!
- Oh! O que você está insinuando com isso?!
Resposta alternativa:
- Oh! Não me venha com indiretas!
Escrito por Hugo Lorenzetti Neto às 16h34
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Outras Oisas
Lost in translation
Eu ainda tentei e até defendi a posição dos tradutores. A expressão “lost in translation”, por exemplo, só pode ser traduzida fazendo-se uso de uma explicação longa, que não cabe como título. A escolha de “encontros e desencontros” como opção menos verbosa vai quase lá. É meio infeliz, imperfeito, mas dá pro gasto. Muito pior seria “Perdidos na Tradução”, que lembra a tradução ao pé da letra que levou os portugueses a assistirem A guerra das Rosas, no lugar de A guerra dos Roses... Mas defesa tem limite. Vejam isso: em português, Brokeback Mountain significa “O segredo de Brokeback Mountain”. Vem cá, o que custava deixar como estava? Aí eu sugiro: Monster - Uma sapatona muito louca, Open Water - Comidos pelo tubarão e Twister - A lenda da vaca voadora. Eles podiam pelo menos fazer a gente rir.
Press Release
Logo volto pra responder os comentários. Eu não sabia que todo mundo que vinha aqui tinha sentimentos parecidos...
Agosto - Deu a louca na História
Eu estava estudando com esse livro do Thomas Skidmore, que aliás é bárbaro. Estava lendo sobre o governo Vargas, aquele em que ele se mata no final (ops, estraguei alguma coisa?). Mas eu tinha acabado de comer baião de dois com carne de sol com macaxeira. Então eu ia lá lendo, “e não sei quê, que o Carlos Lacerda não sei que lá, e Getúlio Vargas, que por sua vez não gostava de preto”. Um pulo na cadeira. Como assim? Não, não estava lá nenhum racismo, nada. Se ele era levou pra tumba. Ou Skidmore não viu. Aí eu continuei, e de repente estava uma balada essa História. Eu ia lendo e vendo Getúlio Vargas num cavalo branco, acusando Carlos Lacerda de transexualismo... aí eu fui cochilar pra retomar depois, e tudo correu normalmente. Só que muito mais chato.
Estragando o fim da história E aí eu disse pra ela (quem é ela é segredo) que Carlos Lacerda sofreria um atentado e não conseguiria nada, não imediatamente nem do jeito que ele queria. Ela: “ai! não estraga a história da minissérie!” A ignorância é uma bênção, não é, minha gente?
Escrito por Hugo Lorenzetti Neto às 20h18
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